Trump banido do Twitter não passou de uma notícia falsa lançada por um site falso

Durante o dia de ontem circulou a notícia que o Twitter havia decidido apagar a conta de Donald Trump por publicações que incitavam ao “ódio, racismo e intolerância”. Não tardou até a notícia se espalhar por meios de comunicação quer nacionais quer internacionais mas, infelizmente, voltou a ser mais um caso de notícias falsas que proliferam nas plataformas digitais.

O site que divulgou a notícia foi o ‘cnn.com.de’, um site que à primeira vista apresenta semelhanças com a CNN mas que é denunciado pela última parte do URL.

O artigo falso citava um alegado porta-voz do Twitter, Paul Horner, o que conferia uma dose de legitimidade à notícia. Porém, uma pesquisa rápida na internet revela que Horner contribui para a manutenção de sites de notícias falsas, não estando de forma alguma ligado à rede social.

A influência das notícias falsas e a forma como se espalham no espaço digital têm sido alvo de discussão nos últimos meses, especialmente depois da eleição de Donald Trump como Presidente dos EUA ter sido ligada a este tipo de artigos que se espalham por redes sociais como o Facebook.

A rede social e outras tecnológicas como a Google já manifestaram intenção de combater o problema, estando a desenvolver ferramentas que permitam impedir que notícias falsas ganhem o mesmo destaque que informação verificada.

PARTILHE ESTE ARTIGO EM:

USE O APLICATIVO DO PORTAL

Deixe o seu comentário sobre este artigo!